sexta-feira, 28 de outubro de 2011

IMPACTANDO RIO GRANDE.





         Campanha de Missões Nacionais 2011 - Minha vida, Impacto para a nação.


                     Nosso momento especial:





Minha vida é reflexo do agir de Deus.






Bem-aventurados os que trilham caminhos retos, e andam na lei do Senhor; e 
Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e o buscam de todo o coração. (Salmo 119, 1-2)


Nós estamos no caminho certo? Sim, nós estamos! É preciso afirmar e reafirmar isto. E quais são os fatos que comprovam isto? Existem provas materiais contundentes, assim como àquelas exigidas nos tribunais, irrefutáveis a ponto de pacificar a questão? Sim, elas existem estão tão próximas de nós que não as vemos bem: a nossa própria vida. Lembremos que a nossa percepção da realidade fica prejudicada com o costume, nos levando a não ver detalhes facilmente detectados a outros olhos. Traduzindo isto, é como escrever textos e identificar os erros de ortografia e gramática cometidos, onde, por mais que os busquemos com todo o cuidado, alguns não são encontrados! Então, quando outra pessoa faz uma rápida leitura, logo aponta-nos os deslizes. É natural isso acontecer, pois, a nossa mente quer interpretar àquilo que é novidade deixando o que já está consolidado passar despercebido.  


Nossa vida reflete muito do agir de Deus. Às vezes, precisamos parar tudo e fazer uma análise pessoal do tipo "antes e depois" para que a nossa mente volte a ver que somos "mais que vencedores", mais que felizes (bem-aventurados), filhos e herdeiros do Deus vivo, cidadãos da Cidade Celestial, etc... Francis Schaffer, pastor e pensador cristão, certa vez afirmou que se vivermos o que Deus nos orienta pela sua Palavra comprovaremos facilmente a veracidade das suas orientações. 


Saiba que aquilo que estamos procurando ao largo as pessoas vêem refletidas em nós. Logo, se a sua vida se confunde com a expressão do salmista, descanse e viva os "vislumbres da glória de Deus", dia-a-dia.  Pense nisto!


Graça e Paz,


Pr. Marcelo Joaquim Santos da Costa

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O DEUS QUE ACHA.





Este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. Lucas 15:24



Não diga que a última vez que brincou de esconde-esconde você era criança, porque, como pai, tio ou avô, você também deve ter brincado com os filhos, sobrinhos ou netos. Toda criança, desde pequena, experimenta essa brincadeira. Primeiro, é aquela contagem crescente: vinte e oito, vinte e nove e... lá vou eu! Quando os pais brincam com os filhos menores, fazem de conta que é difícil encontrá-los: “Onde será que está a Cris? Será que está debaixo da cama... no escritório... lá em cima?”
 


Na brincadeira, a maioria das crianças gosta de se esconder. Ser achado por último é sinal de esperteza. E quando esse último é aquele que vai procurar, aí sim é que todo mundo se esconde em lugares incríveis.
 


Em casa ou no trabalho, quando perdemos algum documento importante, as chaves do carro, o cartão de crédito, ou o pendrive com arquivos do colégio, ficamos com o coração apertado. Reviramos uma e outra vez os papéis e voltamos aos mesmos lugares para procurar o que perdemos. Até que alguém grita: “Está aqui!” Ufa! Que alívio e que alegria!
 


Neste dia, quero dizer para você que meu Deus é um Deus que procura. E é um Deus que acha. A figura que temos na Bíblia é a de um Deus que volta triunfante e feliz por ter encontrado o que procurava. Assim foi com a ovelha que estava no deserto, com a moeda nas trevas e com o filho numa terra distante. Os verbos “perder”, “achar” e “alegrar-se” se repetem em cada caso. Por que continuar se escondendo, insistindo em permanecer nessa neblina de autopunição ou querendo se martirizar, quando Deus já o aceitou? Alguém escreveu o seguinte poema:
 


“Sou uma criança brincando de esconde-esconde, / Esperando que alguém me encontre. / Chame meu nome e diga: “Achei!” / E o fizeste, Senhor. / Encontraste-me, me escondendo / Nos lugares mais absurdos e tristes, / Atrás de velhos ressentimentos, / Sob toneladas de desapontamentos, / Pendurado na culpa, asfixiado pelo sucesso, / Envolto em soluços que ninguém ouvia. / Encontraste-me, chamaste meu nome / e disseste: “Achei!” / E creio no que disseste. / E agora, talvez, as lágrimas silenciosas que umedecem meu rosto / Dizem que eu não preciso brincar de esconde-esconde, nunca mais”. 



Autor desconhecido.