segunda-feira, 9 de setembro de 2013

ADMINISTRADORES DE SI






E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores. E disse-lhe Jesus: as raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.  – Lucas 9. 57, 58.

Nos vivemos com os nossas expressões de grande impacto emocional,  do tipo “SENHOR, TÔ PASSANDO POR UMA PROVA, ME LIVRA DELA, DEUS”, OU “IRMÃ/ÃO, TÁ DIFÍCIL!”. E quem te disse que seria fácil?  Nunca será fácil quando o projeto do agir de Deus sou EU. Isso ocorre devido ao evangelho café com leite (chimarrão com açúcar), servido quentinho e aprazível, capaz de fazer parecer um conto de fadas, do tipo “Alice do país das maravilhas”(pregado por nós, pastores.) Mas, Cristo vai direto ao ponto: precisas estar disposto a aprender a administrar a ti. Talvez, nosso grande desafio! (domínio próprio).

DEFINIÇÃO - Temperança significa ter moderação em suas atitudes, ter equilíbrio, e é um termo oriundo do latim. Temperança é uma das virtudes universais, e é a que faz com que as pessoas moderem seus desejos e vontades, como as paixões, alimentos, bebidas, e etc. Ter temperança é ter uma virtude, ou qualidade, de quem modera tudo que faz, de quem não toma atitudes apenas pelas suas vontades, é alguém que sabe equilibrar, que tem parcimônia ao agir.

O nosso chamado é a um profundo autoconhecimento para termos capacidade de nos parar, quando for preciso fazê-lo, e a acelerar sem que que necessário, bem como a perceber o tempo certo para se  manter o ritmo. Não somos chamados a perfeição, mas a administração de nós mesmos.

Cristo nos aponta uma das situações mais temíveis aos seres humanos: a carência total. Jesus, sabia por experiência própria, que no deserto da racionalidade e espiritualidade humana verias grandes adversários lutarem dentro de você. VOCÊ PRECISA ESTAR PREPARADO!

ADMINISTRE A SI, MAS A VITÓRIA NÃO VIRÁ EM FORMA DE SALÁRIO
O nosso salário é muito bom. Ele nos faz levantar cedinho para ir até onde nos não gostaríamos de estar, aceitar situações que não concordamos e administrar os nossos conflitos pessoais, para ser digno do direito. (Mas, isso é no mundo físico que eu faço parte)
Agora, no meu mundo pessoal.  Preciso administrar alguns conflitos, mas qual será a minha paga por esse sacrifício. A liberdade, o contrário é a prisão, no mínimo.
Cristo nos deixa implícito – Administre a si e tenha muito mais do que um salário, tenha vida com qualidade, pois, não é necessário nem sequer ter uma toca, simples e escura para obter o quem tem valor. Apenas, siga os meus passos nesse caminho...

ADMINISTRE A SI, MAS A VITÓRIA NÃO VIRÁ  EM  FORMA DE SUCESSO
Outra grande sacada de Jesus é nos mostrar que podemos ter saúde psicológica perfeita. Ele nos abre os olhos e mostra: veja através da posição do Filho do homem a situação das raposas e das aves. Afinal, por ser “Filho do homem”           qual era o seu privilégio?

Cristo nos deixa implícito que podemos administrar até a nossa necessidade de reconhecimento se estivermos imitando seus passos em direção ao ser humano perdido. (Lembremo-nos que o ser humano é o que há de maior valor na perspectiva divina)

ADMINISTRE A SI,  MAS A VITÓRIA NÃO VIRÁ EM TRANQUILIDADE
Cristo sabe que quem não tem um lugar seguro sofrerá com as intempéries do mundo. Contudo, de diz:
Já controlei a fúria do mar e posso te ensinar a vencer seu mais revolto e profundo mar de dificuldades pessoais...
Sei de onde surgem os ventos e dar um basta em qualquer fenômeno da natureza. E, ao caminhar junto com CRISTO, se as condições climáticas começar a sufocar/congelar/derreter,  os seus sonhos, repense-os e, conforme o caso, jogue fora do barco, depois olhe para o Mestre e veja as dificuldades diminuírem.


CONCLUSÃO
Ter domínio próprio é ter a sua máquina pessoal  e espiritual em perfeito controle. Indo além, é ter o controle, independente da influência momentânea, boa ou ruim. É não ceder diante da maior vantagem, diante da maior perturbação, diante da nossa vontade pessoal, diante do pecado que tão de perto nos rodeia. Quando essas coisas tiverem o menor indício de impureza, ilegalidade, imoralidade, indecência, desumanidade, desonestidade, desrespeito, desconsideração, etc...


AGUARDE A RECOMPENSA DO SENHOR – HUMILHAI-VOS NA PRESENÇA DO SENHOR, CONFIA NELE E ELE VOS EXALTARÁ. 1ª Pe 5.6 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

ÍCONES DA BENIGNIDADE



"Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!"
Isaías 52:7


Qual é a lógica dos tempos atuais, já conhecidos como pós-modernidade? Sabemos que é a do "ponto a ponto", a dos "atalhos" (ícones), a do "vamos direto ao que interessa". Nestes tempos de "fast food" pensamos assim. Tem que ser pra ontem! 

Diante disto, reflitamos sobre o teor do fruto do espírito denominado: benignidade. Benignidade têm como entendimento o caráter propício do benigno. E ser disponível é um ponto muito bem contextualizado no pensamento atual, onde, os "atalhos" são uma usualidade no dia a dia das pessoas. Por conta disso, existem manipuladores de mentes com interesses ligados ao maligno "enganando a muitos", aproveitando a nossa negligente omissão.

Ser um "atalho" é ser uma referência positiva dentre muitas outras opções disponíveis nas "vitrines da vida". Assim, ao analisarmos a expressão de Isaías 52.7, fica claro que o nosso comprometimento com a pessoa humana  revela uma virtude cristã, por nos tornar "canal de bênção" ao levarmos o "bálsamo divino" a quem carece do sossego interior. 

Assim, quando a dúvida pairar sobre as mentes diante do caos sejamos quem leva a esperança. Levemos, então, alguém  a se encontrar como pessoa (muitos não vêem sentido na própria vida!) por perceberem o valor que Deus lhes atribui como seres humanos e objetivos máximos da sua ação na história  e, em consequência, a terem um encontro pessoal com o Senhor Jesus, pela simplicidade do refletir da nossa formosura de caráter, pessoal e cristã.

Amém.

Marcelo Joaquim Santos da Costa
pastor.






domingo, 4 de agosto de 2013

Estudo afirma que quem dá dízimo tem vida financeira mais saudável do que os que não dão.






Um estudo realizado nos Estados Unidos pelo State of the Plate, apontou que as pessoas que os dizimistas têm um maior controle de sua vida financeira do que as pessoas que não adotam a prática. O objetivo do estudo foi lançar um olhar mais atento sobre as práticas financeiras, espirituais e práticas de doação de pessoas que dão 10 por cento ou mais do seu rendimento para igrejas e instituições de caridade a cada ano.
Os resultados foram classificados como ‘sem precedentes’ por seus organizadores, que compararam dizimistas com não-dizimistas através de nove indicadores de saúde financeira, descobrindo que os dizimistas apresentavam resultados melhores em cada uma das categorias.
Entre os indicadores medidos pelo estudo, foi constatado que entre os dizimistas 80 por cento não têm contas de cartão de crédito não pagos, 74 por cento não devem nada em seus carros, 48 por cento possuem sua casa própria e 28 por cento estão livre da dívida.
- O estranho é, um dizimista olha para aquilo e diz para si mesmo: ‘Bem, eu estou melhor porque eu dou.’ O não-dizimista olha para aquilo e diz, ‘Oh, eles dão porque estão melhores”, disse Brian Kluth, responsável pelo estudo.
- Nunca antes este grupo foi estudado, e acho que para cada pastor e líder da igreja e líder eclesiásticos seria útil se eles entendem isso – afirmou Kluth ao The Christian Post.
- Estamos no meio de um declínio de 40 anos no percentual que os cristãos dão, e precisamos ver um movimento de generosidade nos Estados Unidos, que os cristãos abracem novamente a generosidade como um valor espiritual, mas não por causa do orçamento igreja, mas por causa da Bíblia. As igrejas tornaram o dar em torno do orçamento, e não se trata de orçamento, se trata da Bíblia. – completou.
A pesquisa, que foi conduzida pela “Generosidade Máxima”, entidade fundada por Kluth, e co-patrocinada por ECFA, Christianity Today and Evangelical Christian Credit Union, gerou um relatório completo de 27 páginas, intitulado “20 Verdades sobre dizimistas”, que mostrou também que entre os cristãos que não dizimam e têm dificuldade em dar, 38 por cento dizem que é porque eles não podem pagar, 33 por cento dizem que tem muita dívida e 18 por cento dizem que o seu cônjuge não concorda com o dízimo.
Outro dado levantado pelo estudo foi que 70 por cento fazem suas doações com base em sua renda bruta ao invés de seus rendimentos líquidos, e 77 por cento dão mais do que os 10 por cento tradicional.
A estimativa é de que há nos EUA 10 milhões de cristãos que dizimam totalizando um valor de mais de US $ 50 bilhões por ano.
Por Dan Martins, em 19 de maio de 2013, para o sute Gospel +, disponível em: